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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

CHEIA DO RIO MADEIRA Botijões de gás boiam em empresa atingida pela maior cheia do Madeira

CHEIA DO RIO MADEIRA

Botijões de gás boiam em empresa atingida pela maior cheia do Madeira

Amarrados, botijões estão armazenados em pátio, em Porto Velho. Distribuição de gás para Rondônia e Acre pode ser comprometida.
21/02/2014 - 07:49:00 - G1 RO - Matéria Visualizada Vezes
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Centenas de botijões de gás boiam sobre a água em virtude da cheia do Rio Madeira, que invadiu uma distribuidora, em Porto Velho. Esta é considerada a marca histórica do nível do rio, que chegou, nesta quinta-feira (20), a 17,93 metros, conforme o Corpo de Bombeiros. O G1 entrou em contato com a empresa responsável pela distribuição de gás no estado, mas não obteve retorno. Na terça (18), a distribuidora afirmou que, caso o nível do rio continue subindo, o abastecimento em Rondônia e Acre pode ficar comprometido. De acordo com a Sala de Gerenciamento de Crise, 1.336 famílias foram retiradas de suas casas em Porto Velho (RO) e em 14 distritos da capital, sendo 958 desalojadas e 378 desabrigadas.

Os botijões estão amarrados no pátio da sede da distribuidora, que ficou tomada pela água. Equipes técnicas de Manaus trabalham em conjunto com colaboradores de Porto Velho para manter a distribuição com segurança. No entanto, por meio de um comunicado, a empresa destacou que o trabalho foi radicalmente prejudicado e aponta que a enchente pode paralisar as atividades.

“Não sabemos precisar o dia em que teremos que interromper a atividade produtiva e de distribuição de gás liquefeito de petróleo aos nossos clientes e revendedores, tanto da capital, quanto do interior do estado de Rondônia, e do Acre, se o rio continuar enchendo na proporção dos últimos dias”, destaca em comunicado.

Consequências da cheia
A cheia do Rio Madeira alcançou nível de gravidade 2, o último estágio antes de uma possível calamidade pública, anunciou o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Liberato Ubirajara Caetano de Souza, coordenador da Defesa Civil Estadual, na manhã desta quinta.

Por conta disso, Rondônia receberá nesta sexta (21) o reforço de 40 bombeiros da Força Nacional. Uma avaliação de danos concluiu que ainda não há necessidade de se decretar calamidade pública. "Ainda estamos longe desse estágio", disse otimista o secretário de Segurança Pública e Cidadania, Marcelo Bessa.

FONTE: G1 RO

Água invade distribuidora de gás em Porto Velho (Foto: Eliete Marques/G1)

Caso o rio continue subindo, distribuição de gás pode ser prejudicada (Foto: Eliete Marques/G1)

NÍVEL DO MADEIRA CHEGA AOS 18 METROS EM PORTO VELHO; BR-364 SEGUE FECHADA

NÍVEL DO MADEIRA CHEGA AOS 18 METROS EM PORTO VELHO; BR-364 SEGUE FECHADA

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A BR-364 na altura de Mutum-Paraná, a cerca de 170 quilômetros de Porto Velho, segue fechada para o tráfego, mantendo isolado o vizinho Estado do Acre. Segundo o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), João Bosco Ribeiro, uma equipe vai avaliar as condições mas o nível de água na estrada aumentou. Durante a manhã, oscilava em 60 centímetros com correnteza. Na Capital rondoniense, o nível do Rio Madeira chegou aos 18 metros acima do normal, segundo dados das 8 horas da Agência Nacional de Águas (ANA), aumentando ainda mais a preocupação das autoridades. Já são mais de 1.340 famílias desabrigadas.

PRF interrompe tráfego na BR-364, em RO, por causa da água do Madeira

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PRF interrompe tráfego na BR-364, em RO, por causa da água do Madeira

FEV 20 • NOTÍCIAS • 117 VISUALIZAÇÕES • NENHUM COMENTÁRIO
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) interditou, no início da noite desta quarta-feira (19), um trecho da BR-364, em Rondônia. A medida por questões de segurança acontece por causa da cheia do Rio Madeira, que atingiu cota recorde e chegou a 17,88 metros na tarde desta quarta. O tráfego para o Acre deve ficar bloqueado todas as noites para veículos pequenos, até que o nível da água baixe. A lâmina d’água, segundo a PRF, está 50 centímetros acima do nível do asfalto e há forte correnteza. A rodovia é único acesso terrestre entre Rondônia e Acre e está alagada no trecho, a 158 quilômetros de Porto Velho, na altura do distrito de Velha Mutum.
Técnicos de uma empresa contratada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) estão no local, reforçando a sinalização do trecho. A PRF aguarda o término dos trabalhos para se posicionar sobre a liberação da pista, no período noturno, para veículos grandes como caminhões e ônibus. Para o tráfego de veículos pequenos, o bloqueio noturno é por tempo indeterminado.
A assessoria de comunicação da PRF informou que o bloqueio será feito todas as noites, às 19h, e liberado à 7h. Márcia Félix, inspetora do Núcleo de Comunicação da PRF-RO, afirma que está arriscado trafegar no trecho. “A visibilidade já não é muito boa no período da noite, e com a correnteza que se forma sobre a pista alagada, os riscos aumentam. Carros pequenos podem ser levados”, disse ela.
A PRF confirma a intenção de uma empresa, sediada em Jacy-Paraná (RO), de prestar auxílio remunerado na passagem, por meio de pranchas. Dessa forma, os carros poderiam transpor essas áreas alagadas. “Trata-se de uma empresa credenciada para o transporte de veículos acidentados. Portanto, não podemos intervir”, diz.
Ele não soube informar a respeito dos valores que poderiam ser cobrados no pedágio. As informações foram colhidas por agentes da PRF, às 9h30 desta quarta-feira (19). A balsa sobre o Rio Abunã continua dando condições de travessia.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Comissão visita obras de Jirau na outra margem do Rio Madeira para ... 

Agência Brasil - ‎31/03/2011‎
Brasília – Uma comissão formada por representantes do Tribunal Regional do Trabalho de Rondôniae da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) – auxiliados por servidores da Usina Hidrelétrica Jirau – estão fazendo, neste momento, ...

As negociações em Jirau e Santo Antônio 

Correio do Brasil - ‎há 3 horas‎
Nas obras da hidrelétrica de Santo Antônio, no Rio Madeira (RO), a paralisação já acabou. O acerto aconteceu após reunião que antecipou as discussões sobre a data base dos trabalhadores e definiu os benefícios reivindicados pelos barragistas. Hoje ...


Mobilização pelo Código Florestal reúne cerca de 24 mil produtores ... 

Portal Rondonia - ‎há 3 horas‎
“Isto é para dar dignidade aos trabalhadores rurais de Rondônia, que ocuparam a Amazônia atendendo a um apelo do Governo Federal e hoje estão sendo tratados como bandidos, e não aceitamos mais isso”. A presidente da Confederação Nacional da Agricultura ...
ACIR GURGACZ Diário da Amazônia

domingo, 3 de abril de 2011

Polícia Federal: relatório concluiu que mensalão teve dinheiro público

Redação SRZD | Nacional | 03/04/2011 12h39
O relatório final da Polícia Federal sobre o mensalão concluiu que o dinheiro usado para financiar o chamado "valerioduto", esquema realizado pelo publicitário Marcos Valério, teve origem em recursos públicos. A reportagem foi publicada pela revista "Época" neste fim de semana.

De acordo com a revista, a investigação revela novos nomes de beneficiados no esquema. Entre eles, o do segurança e amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Freud Godoy. Ele teria confessado à Polícia Federal que recebeu R$ 98 mil das mãos de Marcos Valério em janeiro de 2003. Segundo Freud, o dinheiro seria pagamento de serviços de segurança prestados à campanha de Lula no ano anterior.

A reportagem mostra que investigação se aproxima do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel. Rodrigos Fernandes, tesoureiro da campanha de Pimentel à prefeitura de Belo Horizonte em 2004, recebeu R$ 247 mil, segundo a polícia.

A empresa DNA, cujo proprietário é Marcos Valério, pagou R$ 650 mil, em 2003, à empresa Alfândega Participações, de Álvaro Jucá, irmão do líder do governo no Senado, Romero Jucá. O relatório da polícia informou que a empresa não comprovou como o dinheiro foi gasto.