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segunda-feira, 3 de março de 2014

Julgamento do mensalão começa a ruir

Julgamento do mensalão começa a ruir

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A cada dia que passa avolumam-se os indícios de que, como em uma espécie de reação biológica a infecções, a sociedade e as instituições democráticas vão rejeitando, pari passu com o mundo jurídico e com as instituições (imprensa incluída), os abusos e as ilegalidades perpetrados ao longo do julgamento da Ação Penal 470, vulgo julgamento do mensalão.
Ainda que a opinião publicada – que se pretende opinião pública – ainda resista, ainda que grupos de interesse continuem refestelados e se regozijando com a condenação retórica e formal de cidadãos brasileiros à prisão sem o necessário amparo de provas, a grita dos setores mais racionais contra um processo espúrio que a todos preocupa vai aumentando de volume e já ameaça tornar-se ensurdecedora.
Há cerca de um ano, a reversão dessa anomalia democrática parecia impossível. Hoje, ainda parece improvável. Mas cada vez menos…
Ainda assim, seguem ruidosos os entusiastas de condenações seletivas de pessoas ao cárcere, ou seja, de condenações levadas a cabo sob critérios forjados na medida para alguns, como em uma espécie de exceção institucional que se pensava ser possível aplicar sem que, no entanto, tal golpe na democracia afetasse mais seriamente o organismo institucional.
Como diriam os mais jovens, porém, não está “rolando”. A persistência dos que se dispõem a resistir, aliás, ganha simbolismo através de um grupo de cidadãos que acamparam diante do Supremo Tribunal Federal, em Brasília, a fim de protestar contra condenações sem provas. E que prometem não sair de lá até que seja vislumbrável alguma luz no fim do túnel.
Esses cidadãos têm vivido um verdadeiro inferno. Privações, ameaça de violência de grupos radicais, mas não arredam pé. Algumas horas antes de este texto se escrever sozinho, cerca de 20 homens atacaram o acampamento diante do STF e, munidos de porretes, destruíram barracas, agrediram até mulheres e foram embora.
Todavia, os que denominam seu acampamento diante do STF como “trincheira”, prometem persistir.
A esses, juntam-se juristas de renome, advogados, filósofos, jornalistas da dita “mídia alternativa”, entre muitos outros. Começaram sozinhos essa resistência, mas agora ganham a companhia de novos ministros do Supremo que também enxergam os malfeitos na primeira fase do julgamento do mensalão (em 2012) e que já estão reformando decisões.
Como se fosse pouco, até na grande mídia vai se tornando comum encontrar textos opinativos e até reportagens que, até há alguns meses, eram censurados. Na semana passada, um desses textos causou rebuliço.
No jornal O Estado de São Paulo, um repórter denúnciou que o ministro Joaquim Barbosa e alguns de seus pares teriam exagerado na dosimetria das penas dos condenados pelo julgamento do mensalão de modo a que fossem confinados a regime fechado. Essa matéria, somada à rejeição da tese de quadrilha, constitui-se em uma bomba de efeito retardado.
Contudo, um texto publicado no primeiro dia útil desta semana na Folha de São Paulo excede tudo o que a grande imprensa, de uns tempos para cá, passou a publicar em termos de questionamento ao julgamento do mensalão e, assim, expõe ao grande público talvez o que seja a maior prova da ilegalidade desse processo.
O colunista da Folha Ricardo Melo escreveu, no texto “Começar de novo” (3/3), pedido de que o julgamento seja refeito. Mas não foi só: ainda discorreu sobre um tema que, até então, estava proibido na grande imprensa. Escancarou informações sobre o inquérito 2474, conduzido paralelamente à investigação que originou a AP 470.
A grande maioria do público dos grandes jornais deve ter ficado perturbada e desorientada ao ler na coluna de Melo na Folha que “O inquérito 2474 não é um documento qualquer” e que está “Repleto de laudos oficiais” e “Investigações da Polícia Federal” que permitiriam aos réus do mensalão “Rebater argumentos decisivos para sua condenação”.
“Como assim?”, devem estar se perguntando os que só se informam pela grande mídia…
Primeiro, ficam sabendo, através do Estadão, que o “heroico” Joaquim Barbosa, com a colaboração exclusiva dos juízes que condenaram os réus, manipulou a dosimetria das penas. Agora, os leitores de uma Folha ficam sabendo que há um segundo inquérito que pode conter provas, por exemplo, de que não houve dinheiro público envolvido no mensalão.
Enquanto os bate-paus (contratados e espontâneos) dos partidos antipetistas continuam repetindo, pavlovianamente, palavras de ordem (petralhas, mensaleiros, bandidos etc.) valendo-se das condenações em um processo tão questionado a fim de desqualificar qualquer argumentação contrária, o julgamento da Ação Penal 470 começa a fazer água.
Barbosa, Gilmar Mendes, o PSDB, o DEM, o PPS e os setores da grande mídia que ainda apostam na sobrevivência daquele julgamento de exceção, entre outros, já admitem que, após todos esses fatos e a queda da tese de formação de quadrilha, “um processo” pode estar começando.
Nota: eles se referem a processo de anulação do julgamento do mensalão.
Diante disso tudo, uma reflexão: muitos, com boa dose de razão, questionam a democracia brasileira. Para os mais radicais, em nosso país não haveria democracia de verdade. Particularmente, discordo. O que é a democracia se não o fenômeno que está minando, paulatinamente, um julgamento viciado como o da AP 470?
Democracia, antes de tudo, é a possibilidade de se dizer o que se quiser a quem quiser ouvir. Muitas vezes, não chega a ser o ideal. Alguns usam mal esse direito, como os que pregam na internet até golpes de Estado. Abertamente. Porém, esse direito também serve para divulgar trapaças como as praticadas por setores do STF ao longo do julgamento do mensalão.
Finalizo, pois, recorrendo a um antigo clichê, mas que, neste momento, parece fazer mais sentido do que qualquer outra coisa: a democracia seguramente não é o melhor sistema de organização política, mas ainda não inventaram outro melhor. Seu grande mérito é impedir que qualquer pensamento ou fato sejam sonegados. Não é pouco.
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Oferecimento Publicidade CHEIA - Água e sujeira cobrem avenida Farquar Segunda-Feira, 03 de Março de 2014 / 11:47 - Atualizado em Segunda-Feira, 03 de Março de 14 / 11:54 Enviar por e-mailImprimir páginaEnqueteComentar Notícia1 comentário(s) Chegar ao bairro Nacional passando pela Avenida Farquar virou uma aventura. O trecho da avenida entre a avenida dos Imigrantes e o Nacional está coberto de água. Como se não bastasse, a sujeira se mistura com as águas dando um visual medonho à região. Ricardo Nascimento conta que mora no Nacional há pelo menos 16 anos e nunca viu uma cheia como a de 2014, mas lamenta que como se não bastassem as águas, tem uma grande imundice ao redor. “Eu não sabia que isso estava tão sujo, mas a culpa é da própria população”, afirmou apontando para os destroços de geladeiras, sofás e outros objetos, mas segundo ele o que espanta mesmo é a quantidade de garrafas pet. “Olha isso, é muita sujeira para um lugar só”. Dono de um pequeno barco com motor, ele aproveita para fazer a travessia principalmente de moradores. “Dar a volta lá pelo outro lado demora muito”. A taxa cobrada no Milagres é menor que na região da Balsa, custa só R$ 2,00. “O movimento não é dos maiores e tem vários companheiros fazendo o mesmo serviço”. As últimas casas da Farquar já foram desocupadas pelos moradores. Além da água que invade tudo há um grande número de caramujos africanos – daqueles que invadiram Porto Velho há alguns anos -, a preocupação de Ricardo é com as doenças que poderão atacar os moradores, provenientes da sujeira e dos caramujos. Confira as fotos CHEIA - Água e sujeira cobrem avenida Farquar CHEIA - Água e sujeira cobrem avenida Farquar CHEIA - Água e sujeira cobrem avenida Farquar Fonte: Decom/RO

CHEIA - Água e sujeira cobrem avenida Farquar

Segunda-Feira, 03 de Março de 2014 / 11:47 - Atualizado em Segunda-Feira, 03 de Março de 14 / 11:54
Chegar ao bairro Nacional passando pela Avenida Farquar virou uma aventura. O trecho da avenida entre a avenida dos Imigrantes e o Nacional está coberto de água. Como se não bastasse, a sujeira se mistura com as águas dando um visual medonho à região.
Ricardo Nascimento conta que mora no Nacional há pelo menos 16 anos e nunca viu uma cheia como a de 2014, mas lamenta que como se não bastassem as águas, tem uma grande imundice ao redor. “Eu não sabia que isso estava tão sujo, mas a culpa é da própria população”, afirmou apontando para os destroços de geladeiras, sofás e outros objetos, mas segundo ele o que espanta mesmo é a quantidade de garrafas pet. “Olha isso, é muita sujeira para um lugar só”.
Dono de um pequeno barco com motor, ele aproveita para fazer a travessia principalmente de moradores. “Dar a volta lá pelo outro lado demora muito”. A taxa cobrada no Milagres é menor que na região da Balsa, custa só R$ 2,00. “O movimento não é dos maiores e tem vários companheiros fazendo o mesmo serviço”.
As últimas casas da Farquar já foram desocupadas pelos moradores. Além da água que invade tudo há um grande número de caramujos africanos – daqueles que invadiram Porto Velho há alguns anos -, a preocupação de Ricardo é com as doenças que poderão atacar os moradores, provenientes da sujeira e dos caramujos.

Confira as fotos

Fonte: Decom/RO

22 de março: Direita anuncia golpe militar pelas redes sociais

Publicado em 3 de março de 2014 - 
Fonte: Mais RO

22 de março: Direita anuncia golpe militar pelas redes sociais

Os alvos dos ataques dos membros da página, é claro, o PT e a presidente Dilma

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22 de março: Direita anuncia golpe militar pelas redes sociais
Membros civis e militares fazem parte de vários grupos nas redes sociais que anunciam para este 22 de março (uns preferem o fatídico 31 de março),  movimento visando um novo golpe militar no Brasil que deverá ocorrer em várias cidades. Uma das páginas (fan page) leva o nome sem qualquer tentativa de esconder a intenção: “Golpe Militar 2014″. A fan page possui quase 20 mil “curtidas”. Eles noticiam o golpe na Venezuela e tem como “madrinha” Raquel Sheherazade, aquela que apoia justiça com as próprias mãos. 

Os alvos dos ataques dos membros da página, é claro, o PT e a presidente Dilma. Eles dizem somar 5 milhões, “que poderiam mudar os rumos das eleições”. Segundo dados na página, são cerca de 600 mil militares, a maioria insatisfeitos com o rumo no qual o País está tomando. Segundo a página, muitos deles estão infiltrados em partidos de direita e vão disputar as eleições deste ano. De acordo com a página, o evento vai ocorrer em todas as capitais brasileiras, dando como referência comandos e batalhões militares do Exército. Com exceção do Rio e São Paulo, cujos movimentos acontecerão na Candelária e Praça da República, respectivamente.

General na parada

22 de março: Direita anuncia golpe militar pelas redes sociais
General Paulo Chagas
O general Paulo Chagas é um dos primeiros militares a se manifestar publicamente sobre o movimento marcado para o dia 22 desse mês. O general de Brigada vê na marcha da família uma contribuição importante e convoca toda a sociedade esclarecida para ostentar publicamente sua posição. “A debacle da Suprema Corte, desmoralizada por arranjos tortuosos que transformaram criminosos em vítimas da própria justiça, compromete a crença dos brasileiros nas instituições republicanas e se soma às muitas razões que fazem com que, com frequência e veemência cada vez maior, os generais sejam instados a intervir na vida nacional para dar outro rumo ao movimento que, cristalinamente, está comprometendo o futuro do Brasil. Os militares em reserva se têm somados aos civis que enxergam em uma atitude das Forças Armadas a tábua da salvação para a Pátria ameaçada, quando não são eles próprios os alvos do clamor daqueles que já identificam nas imagens dramáticas da capital venezuelana a cor fúnebre do nosso destino”, justifica o general. De acordo com o general, “entre os civis esclarecidos é fácil perceber a confiança no discernimento e no patriotismo dos soldados. Todos querem que os Generais façam alguma coisa, mas, ainda são poucos os que se dispõem a fazer o que está ao seu alcance”, diz. 

Outro grupo

Um outro grupo, denominado Pró-Brasil, Rumo a 2014, pretende lançar vários candidatos de direita, visando desestabilizar a reeleição de Dilma. Eles não defendem golpe militar, apenas tirar o PT do poder. “A proposta é ambiciosa, direcionada para a sociedade esclarecida, formadora de opinião, e que tem consciência da necessidade de lutar pelos cargos no legislativo e executivo. Para o legislativo propomos simplesmente que não se vote em nenhum candidato do PT e base aliada, independente de suas promessas de campanha eles seriam fieis a ideologia do PT assim que forem eleitos. No que se refere a candidatos para a presidência do Brasil – disputa difícil por conta do intenso assistencialismo governamental – claramente eleitoreiro, ha grande possibilidade de se derrubar o PT, basta uma estratégia racional”, pregam na página social.

Eles pretendem lançar vários candidatos à presidência como Marco Feliciano (evangélicos e católicos), Ronaldo Caiado (ruralistas, médicos e conservadores), e Jair Bolsonaro (militares de todo o Brasil, cristãos e pró-família) que “retiraria do PT mais de 35 milhões de votos”, imaginam. “Com essa proposta ha grande possibilidade de empurrar Dilma para o segundo turno, onde, em uma aliança bem montada, apoiaria-se um nome forte que poderia enfrentar o PT, mediante alianças e acordos com representantes de categorias e da sociedade de direita”. Eles tem tudo planejado. Só falta combinar com o eleitor.
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GUERRA ENTRE “BARRAGEIROS” REVELA QUE SANTO ANTÔNIO PASSOU A PERNA NO IBAMA

GUERRA ENTRE “BARRAGEIROS” REVELA QUE SANTO ANTÔNIO PASSOU A PERNA NO IBAMA

O Ibama foi induzido ao erro e emitiu a licença ambiental de operação do empreendimento, considerando a cota de 70,5 metros, "SEM AVALIAR E QUANTIFICAR adequadamente os impactos ambientais desta alteração".
Confira o trecho da reportagem de O Estadão de São Paulo publicada no caderno Economia & Negócios, do dia 28/02.
Segundo o diretor-presidente da ESBR, Victor Paranhos, se a SAE seguisse a regra proposta à Agência Nacional de Águas (ANA), em março de 2012, os impactos em Jaci-Paraná e Porto Velho seriam inferiores ao verificado atualmente. Pela proposta, diz ele, a empresa teria de iniciar a redução do nível do reservatório para a cota de 68,5 metros quando a vazão do rio chegasse a 34 mil metros cúbicos por segundo (m³/s). No dia 3 de fevereiro, o reservatório estava na cota de 70,4 metros e a vazão era de 38.315,68 m³/s.
Segundo ele, se isso ocorrer, os impactos observados agora pode ser ainda pior no futuro. Nas últimas semanas, com á pior cheia nos últimos 100 anos, várias cidades de Rondônia ficaram alagadas, milhares de pessoas desabrigadas e o acesso para o Acre foi interrompido por causa das rodovias inundadas.
O Ibama foi induzido ao erro e emitiu a licença ambiental de operação do empreendimento, considerando a cota de 70,5 metros, "SEM AVALIAR E QUANTIFICAR adequadamente os impactos ambientais desta alteração".
A troca de “gentilezas” do presidente do Consórcio ESBR, o qual o maior acionista é a franco-belga GDF Suez, ocorreu na semana passada em Brasília quando buscava reforçar o pedido feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para rever a autorização de aumento da COTA DE 70,5 PARA 71,3 METROS de Santo Antônio. Porém a viagem foi em vão. A Aneel manteve a decisão anterior, que significa um aumento de cerca de 200 megawatts (MW) médios na usina de Santo Antônio. Agora dependerá do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) permitir ou não o aumento da cota, ou se deixar novamente induzir pelo “ERRO”.
Dos políticos de Rondônia, já não pode esperar muito, pois desde o início das construções as autoridades daqui nem mesmo se posicionaram a respeito da construção ou tiverem competência afirar algo sobre a catástrofe ambiental que invade Porto Velho, com seus distritos embaixo d'água, e os municípios de Nova Mamoré e Guajará-Mirim. E nem ao mesmo sabemos se esses políticos ainda existem. A desmoralização perante os mesmo vai rio abaixo. Na abertura dos trabalhos legislativos, de 2014 era esperada a visita de um representante das usinas para abordar a relação cheia do Rio e alagação dos municípios, mas os mesmos nem as caras deram.
Enquanto isso, quem está pelo menos falando por nós nortistas é  o ex-governador e atual senador pelo (PT-AC), Jorge Viana, irmão do governador, Tião Viana, também do mesmo partido.
Enquanto os BARRAGEIROS brigam por algo que tinha dono, o Rio Madeira, dai me veio à mente o conto de STEFHENS COMPRA UMA CIDADE, BABEL, do escritor, Alberto Lins Caldas. Como nós encaixamos perfeitamente nesse escrito. Fomos vendidos pelos políticos daqui e de fora, temos donos, mas ainda não sabemos, e nem mesmo iremos saber. Que triste fim!!

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Fonte: NewsRondônia

Cubana Ramona Rodriguez entrou com ação, com ajuda do DEM,

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

A ‪#‎EconomiaBrasileira‬ cresceu em 2013. Só não vê quem não quer.

golllllllllllllllllll
COM PRECISÃO

‪#‎EconomiaBrasileira‬ cresceu em 2013. Só não vê quem não quer.

Segundo o IBGE, o PIB aumentou em 2,3% no período, o que representa um acréscimo de 4,84 trilhões de reais.

Já o PIB per capita chegou aos 24.065 reais, uma alta de 1,4% em relação a 2012.

Os resultados foram impulsionados pelos setores da agropecuária, com avanço de 7%, seguida por serviços (2%) e, por fim, a indústria (1,3%).

As exportações (2,5%) e as importações (8,4%) de bens e serviços também cresceram.

Com a economia em ascensão, o consumo das famílias também subiu pelo décimo ano consecutivo, com 2,3% em 2013.

Confira os dados na íntegra aqui http://bit.ly/1epecLh
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ESCÂNDALO – Vereador aponta indícios de irregularidades na compra de cestas para desabrigados Quinta-Feira, 27 de Fevereiro de 2014 / 14:37 - Atualizado em Quinta-Feira, 27 de Fevereiro de 14 / 14:49 Share on twitterShare on emailShare on facebookShare on printMore Sharing Services 16 Enviar por e-mailImprimir páginaEnqueteComentar Notícia0 comentário(s) O vereador Léo Moraes (PTB) apresentou um requerimento na Câmara Municipal de Porto Velho, solicitando a convocação da chefe de Gabinete do prefeito Mauro Nazif (PSB), Maria de Fátima Pedrozo. Ele quer a presença da auxiliar da adiministração municipal no plenário do Legislativo para explicar o empenho da compra de cestas básicas para os desabrigados por causa da cheia do Madeira, tendo em vista que o mesmo apresenta suspeita de irregularidades, conforme o parlamentar. "De um dia para o outro, o valor da cesta básica comprada pela Prefeitura teve um aumento de quase 50%, o que na minha visão trata - se de indicio de irregularidades", denunciou o lider do PTB na Câmara Municipal. " No dia 18 de fevereiro, o valor unitário era de R$55,00, enquanto no dia seguinte, ou seja, 19 de fevereiro, subiu para R$ 79,00", observa o petebista. Segundo ele, a economia com o dinheiro público que deve ser uma rotina constante, precisa ser ainda mais respeitada neste momento lamentável para o município diante do drama de milhares de vítimas das enchentes e alagações. "A administração pública deve economizar o máximo até porque somos a favor que tenhamos recursos para se criar um fundo pós - enchente que pode apoiar as famílias que além de perder seus pertences vão ficar sem produção agrícola e animal", defendeu Léo Moraes. Além de cobrar esclarecimento sobre a alimentação destinada às vítimas das fortes chuvas que vêm castigando Rondônia, ele viajou a Brasilia custeando as próprias despesas e sem diárias da Câmara Municipal, para reforçar o pedido de ajuda ao governo federal. "Pedi literalmente socorro, atenção e respeito com o nosso povo, principalmente as comunidades ribeirnhas , distritos da BR como de Jaci, Mutum, Abunã, Fortaleza do Abunã, Extrema, além de bairros de Porto Velho". afirmou Léo. Ele se reuniu com o ministro da Integração Nacional, Francisco Teixeira, general da Defesa Civil Nacional, Adriano Júnior e integrantes bancada rondoniense no Congresso. Fonte: João Albuquerque

ESCÂNDALO – Vereador aponta indícios de irregularidades na compra de cestas para desabrigados

Quinta-Feira, 27 de Fevereiro de 2014 / 14:37 - Atualizado em Quinta-Feira, 27 de Fevereiro de 14 / 14:49
 
O vereador Léo Moraes (PTB) apresentou um requerimento na Câmara Municipal de Porto Velho, solicitando a convocação da chefe de Gabinete do prefeito Mauro Nazif (PSB), Maria de Fátima Pedrozo.
Ele quer a presença da auxiliar da adiministração municipal no plenário do Legislativo para explicar o empenho da compra de cestas básicas para os desabrigados por causa da cheia do Madeira, tendo em vista que o mesmo apresenta suspeita de irregularidades, conforme o parlamentar.
"De um dia para o outro, o valor da cesta básica comprada pela Prefeitura teve um aumento de quase 50%, o que na minha visão trata - se de indicio de irregularidades", denunciou o lider do PTB na Câmara Municipal.
 " No dia 18 de fevereiro, o valor unitário era de R$55,00, enquanto no dia seguinte, ou seja, 19 de fevereiro, subiu para R$ 79,00", observa o petebista.
Segundo ele, a economia com o dinheiro público que deve ser uma rotina constante, precisa ser ainda mais respeitada neste momento lamentável para o município diante do drama de milhares de vítimas das enchentes e alagações.
"A administração pública deve economizar o máximo até porque somos a favor que tenhamos recursos para se criar um fundo pós - enchente que pode apoiar as famílias que além de perder seus pertences vão ficar sem produção agrícola e animal", defendeu Léo Moraes.
Além de cobrar esclarecimento sobre a alimentação destinada às vítimas das fortes chuvas que vêm castigando Rondônia, ele viajou a Brasilia custeando as próprias despesas e sem diárias da Câmara Municipal, para reforçar o pedido de ajuda ao governo federal.
"Pedi literalmente socorro, atenção e respeito com o nosso povo, principalmente as comunidades ribeirnhas , distritos da BR como de Jaci, Mutum, Abunã, Fortaleza do Abunã, Extrema, além de bairros de Porto Velho". afirmou Léo.
 Ele se reuniu com o ministro da Integração Nacional, Francisco Teixeira, general da Defesa Civil Nacional, Adriano Júnior e integrantes bancada rondoniense no Congresso.
Fonte: João Albuquerque